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Vamos falar de depressão?

segunda-feira, junho 13, 2016

Andei sumida do facebook e hoje resolvi falar. Não andei sumida somente das redes sociais. Sumi também do mundo e de todos. Precisei de um tempo pra mim. Às vezes rede social cansa.



Percebi que a rede social se transformou num campo de batalha. Pessoas criticando umas às outras, ofendendo, compartilhando coisas ruins, mentirosas e ostentando. Enquanto uns tem pouco ou quase nada, muitos têm em excesso sem precisar. Há desperdício de dinheiro, comida e água. A natureza sendo agredida, animais sendo torturados e extintos, corrupção, falta de amor ao próximo, falta de se colocar no lugar do outro, falta de querer ajudar e etc. Pouquíssimas pessoas compartilham coisas boas que alegram nosso dia e que nos fazem sentir bem.  Pessoas como a gente, sabe?

Eu senti que faltavam pessoas como "eu". Resolvi me olhar e percebi que precisava de um tempo pra mim. Um tempo pra refletir sobre o meu "EU". Quem sou eu? Em que mundo eu vivo? E que importância eu tenho nesse mundo?


Antes de desativar meu face, andava meio triste e desanimada. Estou com tendinite do calcâneo, o que me fez parar de correr e me impossibilitou de fazer várias atividades físicas. Essa tendinite começou a doer demais, a ponto de pisar o chão se tornar insuportável. Parei com as atividades físicas e comecei a fisioterapia. E durante a atividade física são liberadas várias substâncias responsáveis pelo nosso bem estar e bom humor. Comecei a me sentir inútil e incapaz. Fiquei extremamente ansiosa (mais do que já sou. Hehehehe) e descontei em doces. Engordei horrores e minha auto estima despencou. Fiquei mais triste ainda. Outros fatores contribuíram para essa tristeza.

Um deles foi ficar sem aulas. Com essa crise que o país vive, fui afetada também. Aí sem aula, sem grana. As contas foram chegando e você não sabe mais onde economizar. Isso me fez sentir a pior pessoa do mundo. Justo eu que estudo tanto, leio tanto, busco tanto, me vi DESEMPREGADA. Ninguém quer saber se você está desempregada ou não. A Elektro continua emitindo sua conta de energia normalmente, assim como o SAAE e outras prestadoras de serviço. A cada vez que ia ao supermercado, tudo estava mais caro. Isso foi me consumindo. Além disso, outro fator aconteceu, mas esse vou guardar pra mim.

Percebi que não tinha mais inspiração para escrever coisas engraçadas, compartilhar posts que fizessem as pessoas rirem e resolvi sair de cena. Fiquei triste por alguns dias. Às vezes melhorava e entristecia novamente. Até que essa tristeza de alguns dias virou muitos dias e depois semanas. Houve dias em que para me levantar da cama era uma luta. Eu simplesmente não tinha vontade de levantar e enfrentar o dia. Eu só queria ficar deitada e dormir pra ver se a tristeza e toda angústia que me consumiam, iriam embora quando eu acordasse. Mas elas não iam. Só aumentavam. E quando entrava nas redes sociais, eram só coisas ruins: gente morrendo por falta de atendimento médico, de fome, países em guerra, crianças sendo maltratadas, violentadas ou abandonadas por quem deveria amá-las. Então desativei. Achei que meu problema era as redes sociais.


Mas a tristeza continuou. Até que resolvi procurar um psiquiatra. Sim. Um psiquiatra. Para meu espanto, todos os psiquiatras têm uma fila imensa de espera. E conseguir uma consulta demorou mais de trinta dias. Tanto UNIMED quanto particular. Todos estão lotados.


Até chegar o dia da minha consulta, fui ficando cada vez mais triste e perdi a vontade de tudo. Levantar da cama era quase impossível. Me vi levantando da cama apenas para levar e buscar as crianças, tomar banho, alimentar meus animais e só. Perdi a vontade de ler, de escrever, de conversar com as pessoas, de sair , de viver. Então me fechei em casa. Por várias noites fui dormir pensando que seria melhor se eu acordasse morta. Me sentia um peso, um zero à esquerda neste mundo.


Mas eu não queria ficar assim. Tive pensamentos suicidas também. Me senti sem importância. Senti que viver não valia à pena, que o mundo todo estava contra mim. Não quis me abrir com ninguém. Justo eu que sou uma pessoa pra cima, alto astral, que ri da própria desgraça, aprende com os erros. O que estava acontecendo comigo? Tive vergonha dessa tristeza. Qual o motivo dessa tristeza toda? Eu tenho dois filhos maravilhosos, meus animais que dependem de mim. Não pago aluguel, não tenho doença alguma. Não conseguia entender e resolvi buscar ajuda. Precisava ficar boa e fui em frente.


Quando chegou o dia da minha consulta, quase desmarquei. Durante o dia todo senti dor de estômago, náuseas, suava frio, meu coração batia tão forte que parecia que ia sair pela boca. Me deu um desespero ter que sair de casa e encontrar pessoas. Parecia que estava todo mundo me olhando, sabendo o que se passava comigo e me julgando.


Senti vergonha de mim. Fui secretária do meu pai (meu pai é médico) durante anos e sempre que algum paciente comentava que estava com depressão, apesar de nunca ter criticado ou julgado alguém, eu pensava:


- O que faz uma pessoa ter depressão? Essas pessoas que vem aqui tem tudo. Tem casa, carro, comida, nenhuma delas é deficiente. Não entendo. Acho que a pessoa precisa se ocupar com alguma coisa. Precisa ler, sair, ver gente. Sei lá. Não pode se deixar abater.


Eu apenas sabia que era uma tristeza imensa, pois via o semblante terrível e cinza das pessoas que chegavam para trocar receitas ou simplesmente pedir indicação de um psiquiatra.

Durante o caminho até o consultório médico, um medo terrível tomou conta de mim:


- E se eu encontrar alguém conhecido? Vou falar o quê?
- O que as pessoas vão dizer se me virem em um consultório psiquiátrico?


Parei meu carro bem distante e fui à pé. Chegando no consultório, sala lotada e a secretária me conhecia:

- Oi Ângela, quanto tempo que não te vejo. – ela disse.
- Estou bem. - Respondi enquanto pegava uma revista no balcão para não ter que conversar com ela.

Essa secretária foi minha amiga de infância, fazia tempo que não a via e eu não estava com vontade de conversar. Justo eu que adoro conversar com todo mundo.


Ela começou a puxar assunto. Perguntou dos meus pais, minhas irmãs. Contou que a mãe dela tinha morrido, começou a relembrar algumas coisas da nossa infância, até que eu fechei a revista e me rendi à conversa. Embora não estava nem um pouco afim de conversar. Falamos um pouco sobre nossa infância, sobre outros amigos que nunca mais vimos. Falamos sobre quem casou, quem separou, quem mora no exterior, quem morreu e até mesmo quem se suicidou. Até que eu me distraí um pouco na conversa. Senti faltade várias pessoas com as quais convivi na infância e nunca mais vi.

De repente a porta da sala do médico se abriu e ela precisou entrar. Tentei ouvir o que se passava lá dentro, mas não consegui.

Tinha levado meu livro e comecei a ler. Mas não conseguia me concentrar no livro. Fiquei ouvindo as pessoas que aguardavam sua vez na sala de espera, assim como eu. Elas discutiam depressão, TOC, síndrome do pânico, estresse, bipolaridade e outras coisas. 


De alguma forma isso me confortou um pouco. Eu não era a única que estava ficando “maluca”. Alguns relatos de sintomas se pareciam com os meus. Eram tantos relatos que me perdi em meio a eles e meus pensamentos começaram a fluir:

- Não sou só eu.
- Tem mais gente com depressão nesse mundo do que eu imagino.
- Nossa!!! Até a Suelen* (nome fictício). O que será que ela tem? Uma moça tão bonita, estudada, independente, vive viajando, tem dinheiro. Porque ela está aqui?

Ela deve ter pensado o mesmo de mim. Com certeza ficou se perguntando o que eu estava fazendo ali.

A Suelen* (nome fictício) é uma pessoa muito conhecida aqui na minha cidade. Bonita, rica e sempre está em todas as festas, rodeada de pessoas. Até ela estava lá aguardando para ser atendida. Mas não nos cumprimentamos. Só nos conhecemos de vista. 

Até que a secretária me chamou para entrar. Depois que entrei, o médico fechou uma porta e logo depois dessa porta, fechou outra atrás da primeira que tinha fechado. Por isso eu não conseguia escutar o que se passava lá dentro. Ali era um lugar onde as pessoas vomitavam seus problemas, suas mais profundas dores, angústias e conversavam sobre seus sentimentos. Sim, consulta com o psiquiatra é assim. Você fala sobre os seus sentimentos. Até mesmo aqueles que você não consegue ou tem vergonha de falar. Ele já me conhecia por eu ser filha do meu pai. Os dois são colegas. Isso me deixou mais à vontade para falar sobre o que eu sentia. Comecei a chorar e como não parava ele começou a fazer perguntas:

- O que te trouxe até aqui?
- Porque você resolveu me procurar?
- Faz quanto tempo que você está triste?
- Você consegue sair da cama para fazer atividades normais como limpar a casa, cozinhar ou até mesmo tomar banho?
- Consegue fazer atividades que antes lhe davam prazer como ler, estudar, escrever, esportes, assistir séries.
- Você tem evitado sair de casa?
- Pensa muito no que as pessoas vão pensar ou dizer sobre você?
- Seu humor muda muito durante o dia? Você está muito triste e de repente fica muito feliz?
- Você tem tido muito sono? Dorme muito querendo acordar e que tudo tenha passado?
- Está se sentindo a pior das pessoas? Parece que tudo dá errado pra você e somente pra você? Parece que as coisas dão certo para os outros e menos pra você? Está se sentindo incapaz? Feia? Gorda?
- Você tem vontade de morrer? Imagina quem iria se importar com sua ausência? Quem iria ao seu velório?
- Está tendo pensamentos suicidas?

Essas três últimas perguntas foram cruciais para eu chorar ainda mais. Eu estava sentindo tudo o que ele me perguntou. A exceção é que meu humor não mudava ou oscilava. Eu sempre ficava triste, triste, somente triste e cada vez mais triste.

Relatei alguns dos meus problemas, meu medo de sair de casa, minha vontade de evitar tudo e todos, coração acelerado, sudorese e crise de choro.

Depois de quase uma hora de conversa, ouço o diagnóstico:

- Ângela, realmente você está depressiva. 

Isso me caiu como uma bomba.

- Oi? Eu com depressão? Tem certeza? Mas porquê? Não tem motivo. – eu disse. Sendo que o cara estudou pra isso, tem muitos pacientes com isso, lida com isso todo dia e eu querendo ter certeza. E só cheguei até ele por indicação de outras pessoas, do meu pai e minha irmã que são médicos.

- Depressão, síndrome do pânico e outras doenças psiquiátricas, não precisam exatamente de uma razão. Elas simplesmente acontecem assim como as outras doenças. Às vezes pode até ter um motivo que você não percebeu. Mas isso acontece com muitas pessoas. Muitas mesmo. Muito mais do que você imagina. – ele completou.

E ali eu me abri. Falei tudo o que sentia, o que me angustiava. Não tem como fazer grande coisa numa primeira consulta. Ele explicou que iria me dar uma medicação para animar um pouquinho, que demorava um pouco para fazer efeito, pra eu ter paciência que o processo é lento e blá, blá, blá. E que em trinta dias ele gostaria que eu retornasse. Pois iria querer saber como eu tinha me saído com o remédio para começar a me ver toda semana e fazer a terapia também. Pois remédio sem terapia não adianta. Então ele me deu a receita CONTROLADA, explicou os efeitos do remédio e me pediu para voltar dali um mês. E que se qualquer coisa acontecesse dentro desse período, era pra eu entrar em contato. Agradeci e enquanto ele abria as portas, eu escondi a receita dentro da bolsa e disse para a secretária que ligaria depois para marcar o retorno. O que eu mais queria era sair dali. Não queria que ninguém percebesse que eu tinha chorado e que tinha uma receita de remédio psiquiátrico na bolsa.

Caminhei até o meu carro torcendo para que ninguém tivesse me visto saindo do consultório. Agora eu tinha outro problema: onde comprar o remédio se todo mundo me conhece? O que iriam pensar?

A vergonha e o preconceito eram maiores que a minha vontade de ficar boa, que eu fui comprar o remédio em Campinas no dia seguinte quando eu e as crianças fomos ao Shopping.

Na volta, já de noite, as crianças cochilavam no carro e eu me perdia em meus pensamentos. Não via a hora de amanhecer e tomar o remédio. Achava que minha tristeza, angústia, meus pensamentos suicidas e autodestrutivos iriam embora rapidinho.

Então percebi que as coisas não eram bem assim. Alguns remédios fazem efeito mais rápido, outros demoram semanas. E justo o meu levava de seis a oito semanas para começar a fazer efeito. Que legal! Não podia ter me dado um mais potente?

Até que o remédio começasse a fazer efeito, eu levava minha vida na cama. Tinham pouquíssimos dias em que eu me animava um pouco e conseguia limpar a casa. É uma dor inexplicável. Não tinha como medir minha tristeza. Talvez eu ficasse com a tristeza de todas as pessoas do mundo de tão triste que eu estava. Você perde a vontade de viver. Enquanto você sabe de pessoas que lutam para viver, você pede para morrer. Olha que loucura?

Então, comecei a mentalizar que o remédio seria apenas um coadjuvante para que eu melhorasse. Eu não poderia esperar uma ajuda somente da medicação. Precisava me esforçar. Assumir a depressão é um grande passo. Aceitar se tratar já é outro passo. E assim fui dando um passo de cada vez. Era uma luta diária comigo mesma. Tarefas simples como levantar da cama, tomar banho, escovar os dentes, se tornam extremamente difíceis. Acho que se não tivesse as crianças, talvez fosse pior. Pois eram eles que me faziam levantar. Eu precisava levá-los à escola, buscar, lavar a roupa, fazer almoço. Não podia deixar essa coisa me derrotar assim. Então fui buscar ajuda espiritual e pedi ao universo que me ajudasse.

Todas as noites antes de dormir eu apenas pedia perdão a Deus. Pedia perdão por ser ingrata, reclamar tanto da vida e perguntava o motivo por estar tão triste assim. Também dizia que não queria ficar assim, que não havia motivos para estar depressiva. Que eu tinha meus filhos, meus animais que dependiam de mim. Eu conversava horas com Deus. Dizia que eu enxergava, falava, ouvia, tinha saúde, não passava fome, não morava na rua, não tinha perdido ninguém da família, meus filhos eram perfeitos e porque eu estava daquele jeito? Eram tantas perguntas que eu adormecia sem ter respostas.

No calendário eu contava os dias de uso da medicação. Queria que o efeito viesse logo.

Durante esse tempo, me abri com algumas pessoas. Pessoas que sentiram minha falta no facebook e enviaram mensagens para saber como eu estava, que eu encontrava e percebiam meu semblante triste e cinza, a todas essas, eu disse que estava com depressão. Algumas perguntaram o motivo que eu não soube explicar. Outras também afirmaram que sofriam com esse mal e que tomavam medicação há anos, o que me animou um pouco. Saber que alguém está passando pela mesma situação que você é confortante. E como moro numa cidade pequena e cheia de línguas “Matildes”, houve quem dissesse que era frescura, cabeça fraca e falta do que fazer.

Me decepcionei muito com algumas pessoas para quem eu me abri e que usaram tudo o que eu disse contra mim para me ferir.

Foi por isso que me ausentei. Não queria que as pessoas me vissem triste. Não queria compartilhar posts tristes, escrever coisas tristes. Acho que o mundo está tão doente e triste, que resolvi sair de cena.

E durante esse tempo que fiquei fora de cena, para ser exata, quatro meses, percebi que quase todo mundo que eu conheço tem depressão e toma medicação. Poderia citar vários nomes aqui de pessoas que se solidarizaram comigo e me escreveram. Gente que é bem abonada, pessoas respeitadas na sociedade e que sentem tristeza, medo, solidão, entre outras coisas. Mas que tem medo de falar sobre “depressão” abertamente. Sei de casos que a pessoa não sai da cama nem para tomar banho. Cada um reage de uma maneira. Há pessoas que se suicidam também. Há casos de suicídios aqui na minha cidade e também de pessoas famosas que se suicidaram. O suicídio nada mais é do que o desespero que te dá naqueles cinco minutos, o medo de enfrentar a situação, de não aguentar a pressão. É um desespero tão  grande que você quer terminar com tudo ali, naquela hora. É uma fuga.

Como eu sou uma pessoa bastante conhecida devido ao meu trabalho, resolvi escrever esse longo post hoje. Eu estou com “depressão”.  A dose da medicação inicial não deu certo e teve que ser ajustada. Isso é normal, o médico disse. Até acertar a dose e a medicação certa, talvez haja outros ajustes. Mas estou confiante.

Se você leu esse post aqui, obrigada.

Se você é uma pessoa que sofre de algum distúrbio psicológico ou mental, não tenha medo de assumir e se tratar. O cérebro é um órgão que não é totalmente conhecido. Muitas cirurgias cerebrais são feitas com o paciente acordado, pois é necessário cautela, paciência e muita conversa com o paciente durante a cirurgia. Os médicos costumam pedir para que o paciente movimente uma parte do corpo, falem uma palavra complicada, façam contas de cabeça, lembrem de algo de sua infância, entre outras coisas. Isso os ajuda a evitar sequelas. Eu me senti sozinha, insegura, triste, angustiada. Tive pensamentos suicidas e muitos outros que não vou contar aqui para não estender esse post.

Muita gente se surpreendeu com isso e ouvi muitas vezes me perguntarem:

- Você Ângela? Como assim?

Sim, eu Ângela Suassuna, fiquei doente da alma, do espírito e muitas pessoas não entenderam. Então se você é uma pessoa depressiva, conte comigo. Acredite ou não, sei exatamente o que você sente.

Se você terminou de ler e acha que tudo isso é frescura, coisa da cabeça ou falta do que fazer, eu lhe digo:


“Tudo nessa vida é frescura, coisa da cabeça ou falta do que fazer, até que essa frescura, coisa da cabeça ou falta do que fazer aconteça com você”,

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4 comentários

  1. Muito bom seu post Ângela!
    Já passei por isto e foi bem pior, não queria nem tomar banho.
    Parabéns pela coragem de se expôr e principalmente de cuidar do espírito. Coisa tão difícil das pessoas fazerem hoje em dia.
    Sáo muitos tratamentos estéticos, plásticas, mas da alma e do caráter poucos querem cuidar.
    Estou aqui, sempre que precisar, conte comigo!
    Ah! E também ando cheia do facebook e dos horrores que postam todos os dias. Por isto tenho uma fanpage, onde procuro postar apenas coisas boas para nossas Almas!
    E também ouço um jornal na Mundial FM que só tem notícia boas. hahaha
    Grande Beijo querida e logo logo você vence esta coisa chata. Será mais um aprendizado para contar. Você é uma Guerreira Vencedora.
    Ass: Claudia Lotito

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    1. Obrigada Cláudia. Muitas pessoas não admitem essas coisas.

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    2. Obrigada Cláudia. Muitas pessoas não admitem essas coisas.

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  2. Muito bom seu post Ângela!
    Já passei por isto e foi bem pior, não queria nem tomar banho.
    Parabéns pela coragem de se expôr e principalmente de cuidar do espírito. Coisa tão difícil das pessoas fazerem hoje em dia.
    Sáo muitos tratamentos estéticos, plásticas, mas da alma e do caráter poucos querem cuidar.
    Estou aqui, sempre que precisar, conte comigo!
    Ah! E também ando cheia do facebook e dos horrores que postam todos os dias. Por isto tenho uma fanpage, onde procuro postar apenas coisas boas para nossas Almas!
    E também ouço um jornal na Mundial FM que só tem notícia boas. hahaha
    Grande Beijo querida e logo logo você vence esta coisa chata. Será mais um aprendizado para contar. Você é uma Guerreira Vencedora.

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